Sanidade do rebanho: prevenção de doenças e controle de parasitas para maximizar produtividade

sanidade do rebanho

Sanidade do rebanho é base da produtividade pecuária.

Doenças e parasitas causam perdas econômicas significativas.

Muitos prejuízos são silenciosos e contínuos.

O controle sanitário precisa ser estratégico.

Prevenir é mais eficiente que remediar.

A sanidade do rebanho impacta desempenho e reprodução.

Sem controle, a rentabilidade é comprometida.

Este artigo mostra como evitar esses problemas.

Sanidade do rebanho e impactos produtivos

Parasitas retiram nutrientes essenciais dos animais.

Isso reduz ganho de peso e consumo alimentar.

A fertilidade também é afetada.

Doenças parasitárias comprometem a produção de leite.

O estresse causado por parasitas diminui desempenho.

Sanidade do rebanho mal conduzida gera perdas acumuladas.

O controle é indispensável para sistemas eficientes.

Principais parasitas e seus riscos

O carrapato transmite babesiose e anaplasmose.

Essas doenças podem ser fatais.

A mosca-dos-chifres causa estresse e perda de sangue.

Bernes e miíases prejudicam alimentação e bem-estar.

Coccídios causam diarreia em bezerras.

Cada parasita exige estratégia específica.

Conhecer o ciclo é essencial para o controle.

Estratégias de controle e prevenção

O uso do biocarrapaticidograma orienta a escolha do produto.

A resistência aos acaricidas é um problema crescente.

O controle deve ser integrado e planejado.

O desafio controlado ajuda no desenvolvimento da imunidade.

A vermifugação deve ser técnica e criteriosa.

Vacinação previne doenças virais e bacterianas.

Sanidade exige manejo contínuo e disciplinado.

Sanidade como fator de competitividade

A sanidade do rebanho reduz custos indiretos.

Melhora desempenho e longevidade dos animais.

Aumenta eficiência reprodutiva e produtiva.

Reduz riscos sanitários no sistema.

Sanidade bem conduzida traz previsibilidade.

Esse cuidado se traduz em lucro.

Cuidar da saúde do rebanho é cuidar do negócio.

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